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Terra Blog

Arquivo de: Maio 2008

14.05.08

Em ti imerso



Em ti imerso

(Bruno César)

Densa vastidão
Sonho disperso
Em ti solidão.

Tramo inverso
Fecunda visão
No universo.

Agora não
Antes verso,
Hoje vão.

Nu perverso
Sempre tão
Eu controverso.

Ente convulsão!
Ser imerso!
Amor eterno, minha paixão.

11.05.08

Supremacia



Supremacia

(Bruno César)

Sozinho, somente, só!
Sinto saudades suas
Sufocando sentimentos sombrios,
Sinceros, sempre sedutores.

Saudável solidão
Satisfaz sucumbindo
Sarcásticos senhores...
Simples semeadores.

Surgem sanidades sublimes
Sobre sofrível ser,
Sob sujeita sensação.

Saciando subornos
Sofro situação semelhante.
Sigo sendo sábio.

Verdade Viajante



Verdade Viajante

(Bruno César)

Vivo voluptuoso vazio
Vaidosa vilosidade
Vago vadio
Verossímil vulgaridade.

Vida vulnerável
Vergastada variável
Vasto vigor
Vingando vassalo valor.

Viajo vertiginoso
Vetusto vivaz
Volto verboso
Virginalmente voraz.

10.05.08

Soneto ao nosso amor



Soneto ao nosso amor

(Bruno César)

Como é bom em teu rosto sentir
Um belo riso a florir!
E em teus olhos pedir
Mais uma vez, teus lábios a sorrir!

Quão maravilhoso é contigo estar!
Em teus carinhos viajar
Pelo sonho de te amar!
Por ti, nessa realidade, para sempre ficar!

Contigo a felicidade aprender
A apreciar e eternamente ter
Em meu peito, esse bem querer!

Amo-te com todo calor
De um puro amor
Que se sente bem em te dizer-meu amor!

Tempo

Tempo

(Bruno César)

Breve momento
Solidão no pensamento
Castigando nobre sentimento.

Por ti sofrendo
Estou enlouquecendo
Erguendo ao tempo, tamanho sofrimento.

Sigo cansado
Não desanimado.
Corpo trucidado,
Autêntico soldado.

Vens o tempo,único contento.
De meu ser nojento,
Larvas ao vento.

Desabo, não insisto.
Morto pelo tempo,
Eu desisto.